domingo



Há uma tempestade que não sai
da minha alma já tão cansada
Como uma onda, que vem e vai
que afoga em noite, a madrugada
È feita de dor a minha longa espera
que há tempos e tempos me castiga
esta mágoa que veio, matou a quimera
numa espera tão nova e tão antiga
Esconde-se na solidão o cansaço
da minha alma onde a saudade mora
perdido, louco, faminto de um abraço
Perdido na escuridão do vendaval
numa espera longa que tanto demora
minha alegria, meu bem, meu mal

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