sexta-feira


Todos nós, idependentemente do nosso grau académico, do dinheiro, da fama, do poder, do status, somos apenas pequenos grãos de areia no meio da vastidão do mundo. O mundo é construido de biliões de grãozinhos como nós, e o nosso desaparecimento nenhuma diferença fará a este mesmo mundo. Mesmo as figuras mais amadas, mais queridas, mais famosas, ao desaparecerem não impedem o continuar normal do curso da vida no nosso mundo. Para o mundo, cada um de nós representa pouco, mas para alguém seremos sempre especiais. Todos somos o mundo de alguém, até a pessoa mais humilde representa certamente o mundo para alguém. Somos o Mundo para aqueles que nos amam, que se sentem bem perto de nós, que anseiam pela nossa chegada e temem a nossa partida. Somos o mundo para aqueles que sinceramente gostam de nós, nos amam, para a nossa familia, os nossos amigos, para a pessoa que amamos. No mundo ninguém é mais importante que os outros e ninguém tem o direito de se querer julgar superior. As pessoas não devem ser avaliadas pelas palavras mas sim pelas obras, não devem ser julgadas pelos grandes gestos mas sim pelos pequenos, os que realmente fazem a diferença no dia a dia. Acho que a melhor maneira de avaliar alguém é fazê-lo pela sua capacidade de entrega, de amar, de se dar aos outros. A pessoa mais importante é aquela que sabe amar com verdade e sabe fazer-se amar com sinceridade. Para lá de tudo o que é socialmente relevante, dinheiro, posição, o mais importante de tudo é a quantidade de amor que trazemos no coração e termos a capacidade de colocar esse amor em todos os gestos, em todos os actos e em todas as palavras. Nenhum ser humano é uma pessoa vital para a continuação da vida no mundo, mas todo o ser humano é o mundo e a vida para alguém

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